10 RAZÕES POR QUE NÃO HAVERÁ UM FOGO DO INFERNO ETERNAMENTE QUEIMANDO

1 - Porque a vida eterna é um dom de Deus (Rom. 6:23). Os ímpios não a possuem, ao contrário, “não verão a vida” (João 3:36); “todo assassino não tem a vida eterna permanente em si” (1 João 3:15).

Obs.: Paulo fala em Romanos 2:7 que os que obterão vida eterna são os que buscam a imortalidade, e não se vai em busca do que já se possui (“incorruptibilidade” em outras versões é “imortalidade”).

2 - Porque o tormento eterno iria perpetuar e imortalizar o pecado, sofrimento, dor e contradiz a revelação divina de que tais coisas não mais existirão sob as novas condições após a volta de Cristo (Apo. 2:14).

3 - Porque o universo teria para sempre um ponto negro, com bilhões de criaturas vivendo eternamente em torturas infinitas, tendo suas existências preservadas assim pelo próprio Deus em quem “vivemos, e nos movemos, e existimos” (Atos 17:28).

Obs.: A Bíblia informa que após Deus perseguir “com trevas” e consumir “de todo” os Seus inimigos, “não se levantará por duas vezes a angústia” (Naum 1:9).

4 - Porque a noção de um fogo inapagável, a arder eternamente, não condiz com o atributo de amor e justiça vistos como características do caráter divino, e postula o conceito de uma ira que nunca é consumada.

5 - Porque as Escrituras ensinam que a obra expiatória de Cristo é “aniquilar . . . o pecado” (Heb. 9:26), primeiro do indivíduo, e, por fim, de todo o universo. O resultado pleno do sacrifício de Cristo se verá não só num povo redimido, mas nesta Terra renovada (Efés. 1:14).

6 – Porque a Bíblia indica que somente os salvos terão corpos incorruptíveis (Fil. 3:20, 21 e 1 Cor. 15:35-55).

Obs.: Os crentes na tese do inferno eterno têm uma imensa dificuldade em explicar como os ímpios que ressuscitam poderiam ser lançados no fogo que jamais consome seus corpos que não são incorruptíveis.

7 – Porque Paulo claramente fala em “destruição” e “banimento” eterno dos pecadores, e não se pode conceber um ato de destruição que não se completa, como se fosse um processo eterno (2a. Tess. 1:7-10).

Obs.: Paulo indica que os “fogos da vingança” estão ainda no futuro e se manifestarão com o Advento de Cristo, com o que as noções de um inferno já em operação perdem inteiramente o sentido.

8 – Porque o mesmo fogo que causa a “destruição dos homens ímpios” opera a transformação do planeta, dando lugar a “novos céus e uma Nova Terra, nos quais habita a justiça” (2a. Ped. 3:6-13).

9 – Porque a descrição do castigo dos ímpios em Apo. 20:14, onde o lago de fogo é chamado de “segunda morte”, confirma as muitas declarações ao longo de toda a Escritura, tanto do Velho quanto do Novo Testamento que tratam da extinção final dos pecadores.

Obs.: Alguns dos textos que claramente tratam disso são: Salmo 37:9, 10, 20; 68:2; 92:7; Eze. 28:14-28; Sof. 1:14-18; Mal. 4:1-3; Mat. 10:28b; 2a. Tes. 1:7-10; 2a. Ped. 3:6-10; Apo. 21:8.

10 – Porque à descrição da operação do lago de fogo nada se segue, senão o detalhamento de serem lançados nele todos os seres condenados, daí ocorrendo a descrição dos “novos céus e uma Nova Terra... e o mar já não existe [nem o lago de fogo]” – Apo. 21:1.

Obs.: Tenha-se em lembrança que na Bíblia original não há divisão de capítulos e versículos, portanto na seqüência natural da descrição da “destruição dos homens ímpios” não há qualquer informação de que o “lago de fogo” salte de sobre a superfície da Terra, onde clarissimamente ocorre (ver Apo. 20:7-10) para prosseguir queimando em outro local do universo.

Prof. Azenilto G. Brito
 Ministério Sola Scriptura
 Bessemer, Ala., EUA

 


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